sábado, 11 de dezembro de 2010

Que coisa mais fofa.

A construção de uma escala de tempo geológico por datação relativa tendo como base a sucessão biótica, gerou nomes que faziam alusão à região ou feição de onde o nome de tal período foi definido, isso no século XIX. Os termos "Ordoviciano" e "Siluriano" foram escolhidos por conta de aspecto cultural, tendo como "inspiração" a tribos de Ordovices e Silures que habitavam sabe que lugar? Meu amado País de Gales!!!

Isso não é lindo?

Geologia... eu me lasco mas AMO!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Aprendendo a cada dia

Sempre acreditei que tudo nesta vida necessita de um fechamento, de um fim e este fim tem que ser claro, objetivo, direto, explicado. Sempre valorizei tudo feito às claras e considerava o oposto covardia, falta de caráter. Hoje, vejo que até então me posicionei desta forma por não conhecer o outro lado. Só que agora conheci o outro lado e vejo que o fim pode ser o calar, o afastamento. E é isso que faço agora... me afasto e me calo. Vou partir sem maiores explicações. Sim, estou fugindo pois necessito. Está na hora de voltar a pensar em mim. Aprendi hoje que virar as costas às vezes é uma solução viável quando nenhuma outra parece funcionar. Já tentei tudo de que dispunha.

Me calo e me afasto. Este será o fim. O fechamento de que necessito. É apenas um novo caminho.

E dá-lhe chuva em SRN!
















(Minha rua ontem e hoje. Clique na foto para ver a imagem maior.)


Ontem choveu como nunca aqui em SRN. E "nunca" refere-se apenas ao tempo que moro aqui, claro. Um "nunca" que se limita a 10 meses.

O prédio onde moro é o último de uma rua em declive e sem saída, estando ele no ponto mais baixo da Virgílio Deusdará. A água da chuva escorre toda para a minha rua e pára no muro que fecha a rua. O único escape para toda a água que desce dos bairros acima é um cano com um diâmetro deveras pequeno.

O nível de água aqui subiu tanto que foi necessário fazer buracos no muro para a água escoar. Eu pensei que o muro ia ceder se alguém não fizesse algo do tipo. A água invadiu o depósito abaixo de meu prédio e quase chegou à entrada principal.

Choveu fora e dentro do meu apartamento. Um dos quartos ficou alagado.

Um dos problemas aqui em SRN são construções feitas às pressas e com materiais de qualidade duvidosa que acabam sendo um transtorno em épocas de chuva. Ainda não entrei em uma casa, uma loja, um nada que não sofra com infiltrações.

Aqui no meu apartamento a água corre livremente pelo canto da parede de um dos quartos pois neste local não há telhas e a água cai direto no frágil teto de gesso. Um dia isso ainda cede! e espero estar bem longe daqui quando acontecer.

E o centro? Passei lá depois da chuva e estava sem entender porque os carros estavam andando na contramão com o pisca-alerta ligado. Entendi depois que eles estavam voltado pelo único caminho possível pois o centro estava completamente inundado! Tive que fazer o mesmo... voltar na contra mão.

Hoje está chovendo de novo... só que moderadamente.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

"Please release me, let me go."

Que coisa desagradável é ser pega em um ciclo vicioso do qual não consigo sair. Preciso me libertar para tocar a minha vida em paz, sem nada me segurando ou me puxando para trás. Preciso de um carrasco para esta situação já que não consigo aniquilar o problema sozinha. A expectativa de uma mudança é o que me prende, é o que me faz insistir em algo que pelo visto só vai dar certo no meu mundo ideal.

A esperança pode ser muito prejudicial. Ou será que isso tem outro nome que não "esperança"? Vai ver é burrice mesmo. Pura e simples burrice.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Kanzi

Kanzi, o chimpanzé mais famoso do meu universo arqueológico, utilizado em vários exemplos nas minhas aulas de Pré-história, merece um post. Saca só ele produzindo ferramenta [que aprendeu a fazer por observação] para cortar um fio que trancava bananas em uma caixa. Repare que ele ao ver que a primeira lasca não era afiada o suficiente para cortar o fio, faz outra mais afiada.


Muito legal!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Se tivesse caído Shosta na prova de Geologia de hoje eu teria me dado suuuuper bem. rs
E falando em caído... estou caindo de gripe. Impressionante. Acabo de me recuperar de uma e já entrei em outra. Tenho gripado muito por aqui. Já é a quarta vez este ano. Isto me impressiona pois sou o tipo de pessoa que adoece muito raramente. Enquanto ondas de gripe acamavam todo mundo em Brasília eu permanecia ilesa. Os vírus sanraimundenses devem ser mais fortes.

Me tratei hoje com uns goles de pinga, limão e mel. Cansei do tylenol e multigrip.