terça-feira, 7 de junho de 2011

"I'm getting nervous, nana na na na na na"

Estava agora pouco montando a grade horária com as disciplinas que faltam para eu concluir o curso e percebi que vou ficar nesta cidade ainda por 3 anos, e não 2. Tudo por conta de uma disciplina que perdi no primeiro semestre (não sobrou vaga para mim) e é pré-requisito para as mais importantes do curso - relativas aos métodos e técnicas arqueológicas. Deprimi. Deprimi demais.

A deprê nem foi tanto por ficar aqui 1 ano a mais... mas por saber que vou ter quase 60 anos quando me formar. Arre!

domingo, 5 de junho de 2011

[Moço dono de uma voz belíssima]


Em mais um daqueles momentos gloriosos movidos por música que me faz sentir invencível.

Meu céu musical nestes últimos dias tem sido a banda "The National". Peguei dois álbuns deles na quarta passada (assim muito despretensiosamente) com um amigo meu. Achei que esta seria mais uma das várias bandas chatinhas que ele me mostra (tenho uma pasta dentro dos meus arquivos de música intitulada "chatas para caramba", onde coloquei todas as bandas porre que este meu amigo já me passou! rs) mas oh! que surpresa agradável!

Ouvi The National pela primeira vez enquanto escrevia uma resenha. Ia ser uma primeira audição sem muita atenção, só para ter uma ideia do que se tratava. Texto sobre instrumentos líticos no sudeste do Brasil de um lado, notebook à frente e The National de fundo.... sequência de impressões:

"Hum, que voz interessante a do vocalista."
"Hum"
"É... essa música é legal."
"Nossa, a voz dele é muito bonita."
"Uou!"
"Nossa... acho que isso é bom."
"Aaaafffeee isso é bom demais!"
" Que voz é essa! Isso é bom de rolar no chão."

Aquela voz maravilhosa, grave, um pouco rouca, máscula "to the bones" trouxe pra mim a seguinte imagem: um homem com seus 38, 39 anos morando em uma espécie de chalé no meio de uma floresta. Um daqueles homens de poucas palavras com ar superjusto e sábio. Ele usa camisas de flanela xadrez vermelha, tem uma pickup azul claro e está sempre na companhia de seu cão labrador. Ele pesca em um lago perto de sua casa. Ali, fica horas e horas, introspectivo. Quando volta pra casa, compõe... ele é dono daquela voz maravilhosa que eu ouvia naquela hora.

Desde esse dia The National é só o que ouço.
Recomendo, muito.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Jazz, decoração e martini!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Remodelagem!

Achei que não seria mais surpreendida pelo óbvio, (esta coisa que parece se esconder quando decidimos percorrer novos caminhos, quando queremos fugir do passado, quando acreditamos na mutabilidade da essência) mas há poucos minutos levei um tapa na cara, carinhoso (o destino também pode ser materno, não somente a fúria dos deuses) e - espero que de uma vez por todas - percebi o que deve ser feito da minha existência. Não tem como fugir: gosto de arte, de indumentária, história e música... então pra que diabos vou querer começar do zero com os novos gostos ainda mais quando o tempo que me resta é tão curto? Vou me dedicar de uma vez por todas ao que já sei. Que a variedade agora seja dentro de um único campo, único universo. Não posso mais me dar o luxo de começar de novo. Nem quero. Vou retomar o velho, bem velho caminho.

Nestes últimos dias estava pensando com enorme desgosto na minha estada nesta cidade, no propósito de estar aqui e isso me deu uma vontade enorme de ir embora. Mas, pra começar, ir embora pra onde? E, pra terminar... de novo? Realmente não vejo um futuro em Brasília e por mais que aqui em SRN as coisas não estejam do meu agrado, não enxergo nada melhor em Bsb (em termos profissionais, claro). Portanto... vou ficar... e vou fazer ficar bom. Vou fazer as coisas funcionarem.

domingo, 17 de abril de 2011

Cocô de pombo

Inferno!
A casa inundou, fumei, e se tivesse um gato eu provavelmente o teria matado acidentalmente saíndo de ré da minha ex-linda garagem. Eita mês de abril terrível. Que acabe logo!

sábado, 2 de abril de 2011

Quase entrando na terceira semana sem fumar! Deixei o adesivo de nicotina de lado, por acreditar que só precisava de algo assim "radical" na primeira semana, a mais difícil de superar, e tenho me sentido muito bem. Agora é tudo na força de vontade. Quando o assunto é cigarro, pensei que nunca teria forças suficientes para superar o vício por mim mesma, mas pasme Ianthe, você está conseguindo! Isso massageia o ego de uma forma que vocês nem imaginam.

Cada dia sem cigarro é um dia que venci um desafio. E vencer desafios diariamente faz bem para a auto-estima de qualquer um, não acham?

A vontade de fumar ainda está lá, intensa! mas não é mais tão perturbadora. Não fumar está mais interessante porque é difícil, tem quê de desafio. Fiquei viciada em superar dificuldades.

As mudanças na rotina, nos hábitos, todos vieram para o bem. Me sinto bem, me sinto feliz.

Feliz!

Depois de um ano e um mês de procura, finalmente achei uma casa para alugar! Uma casa com garagem! A Miss. Bennet agradece. Coitada! Passou uns 10 meses tomando sol, chuva, sereno na cabeça todo santo dia mas agora vai ter o cantinho lindo dela. Cantinho que de cantinho não tem nada. Tá mais pra suite de luxo. rs

Sim, me tornei obcecada por garagem depois de passar tanto tempo sem uma. Aqui em SRN tem muita casa sem garagem, já que a maioria das pessoas anda de moto.

Agora terei uma casinha com garagem e até jardim!!

Quem sabe não é a hora de criar um gatinho?! Será que sou esse tipo de pessoa? Acho que não. Nunca fui do tipo "bichinho de estimação".

Gatos aqui são uma febre! É difícil ver alguém sem gato em casa. Conheci vários amantes destes bichanos, do tipo que falam deles como se fossem filhos. Como se fosse interessante ouvir por vários minutos as estripulias fofas que eles aprontaram.

Donos de gatos me assustam.

Casa com gatos fede.

É, acho que vou me dedicar às plantas.