segunda-feira, 12 de agosto de 2013

E o sonho nesta madrugada foi tão real que naquele ínterim do dormindo/acordando, fui em direção ao celular pra mandar uma mensagem para uma amiga contado o que tinha acontecido. Mas não aconteceu. Foi sonho. Ultimamente tenho sonhado com necessidades não supridas do meu dia-a-dia, como por exemplo, uma suíte enorme com closet (=]) e a companhia da melhor amiga.

sábado, 10 de agosto de 2013

Na caixola


And she showed up all the errors and mistakes
And said I've lost control again
But she expressed herself in many different ways
Until she lost control again
And walked upon the edge of no escape and laughed
I've lost control
(Joy Division)


sábado, 3 de agosto de 2013


so I pull my collar up and face the cold, on my own

terça-feira, 30 de julho de 2013


Músicas novas, fotos e cartas antigas. Tirei o dia pra sentir saudade de uma época em que fui feliz, pois tinha a melhor pessoa que já conheci ao meu lado. Sinto falta da cumplicidade entre amigos. E ainda mais da convivência, dos planos pro futuro compartilhados e construídos com a ajuda um do outro. Criar intimidade com outras pessoas é complicado. Leva tempo e nem sempre é viável por falta de afinidades, daquelas que realmente importam. Percebo aqui que a geografia e o interesse profissional não são suficientes para estabelecer grandes amizades. As diferenças são quase que inconciliáveis. 

Enquanto não acerto as coisas... que saudade! 

domingo, 28 de julho de 2013

Depois de muito lutar com um tema para meu trabalho de conclusão de curso (tcc), acredito que finalmente defini meu objeto de pesquisa e a abordagem metodológica que vou seguir. Só está faltando uma problematização mais acertada. Espero que minha orientadora e coorientador aprovem e achem a minha proposta válida. Caso contrário... nem sei mais o que farei. Acredito que já esgotei todas as possibilidades dentro da minha capacidade criativa fugindo de caracterização de sítio arqueológico e da teoria arqueológica. 

sábado, 22 de junho de 2013

Desperta|São Raimundo Nonato

Inspirados pelos protestos acontecendo em todo Brasil, moradores de São Raimundo Nonato também resolveram ir para a rua protestar. Para tanto, foi criado o movimento Desperta São Raimundo, que através de manifestações pacíficas busca melhorias para a cidade. 

Hoje aconteceu a primeira passeata do movimento, que levou cerca de mil pessoas para a rua. Durante a passeata, os manifestantes fizeram suas reivindicações através de cartazes, gritos e canções. A passeata saiu da Praça do Abrigo em direção à prefeitura de São Raimundo Nonato. Em frente a prefeitura, foi cantado o hino nacional, feita a leitura do manifesto do Desperta SRN, e moradores tiveram a oportunidade de falar sobre as melhorias que almejam para a cidade como um todo: saneamento, educação, saúde, conclusão do aeroporto, transporte público e etc. Houveram aqueles que também expunham sua preocupação frente o PEC 37, "Cura gay" e outros. 

A manifestação foi pacífica, e particularmente, foi lindo ver moradores idosos na rua reivindicando, juntamente com os jovens, as melhorias há tanto prometidas, mas nunca efetivadas.

Este foi o primeiro ato. Outros virão. É um movimento continuado. Espero que esta centelha se alastre e que os moradores de São Raimundo Nonato, os que nasceram ou não aqui, acordem e exijam mais do prefeito do que verba para carnaval, festejo do padroeiro da cidade e show de bandas de forró. 

#DespertaSRN
#Vemprarua

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Apatia|generalizada

Fato interessante que percebi este semestre: a apatia em relação à vida acadêmica está generalizada. Por todos os cantos da UNIVASF, vejo meus colegas se arrastando entre uma aula e outra, desanimados, cansados. Os que não desistiram do curso - foram vários os que deixaram SRN - vão para as aulas sonhando em estar em outro lugar. Um dos poucos estímulos para continuar se encontra no fato de que tudo acaba no fim do ano. 

Não sei o que acontece aqui nesta cidade, na universidade, mas parece que existe uma força que suga  nossas energias deixando em seu lugar o cansaço e a apatia. São vários os exemplos de professores, alunos e pesquisadores que chegam aqui só excitação, cheios de planos e perspectivas grandiosas para o futuro, mas que ao longo do caminho vão definhando e finalmente partindo. As lutas que temos que encarar são tantas!  Viver aqui é dar com a cara no muro quase todo dia. A esta altura o muro já deveria ter cedido, não? Mas não... nada muda. Os exasperados vão embora, os que continuam mal mal chegam ao fim. 

Enquanto a libertação não vem, vamos nos arrastando dia a dia, tentando inventar novas formas de deixar as coisas menos apáticas. Mas tem uma hora que a criatividade acaba.