Hoje eu só queria o absolutamente nada. Sem pensamentos, sons ou qualquer outra percepção do que há e do que é.
domingo, 14 de dezembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
sábado, 15 de novembro de 2014
É isso!
É isso! Meu tempo em SRN finalmente chegou ao fim. Depois de 4 anos e 8 meses, retorno à minha cidade natal: Brasília! Ainda não me formei. Preciso concluir meu TCC, que defendo no início de 2015. Logo, ainda darei um pulo em SRN. Mas é só isso. Um pulo.
Mesmo tendo iniciado este blog para falar da minha vida em SRN, não encerrarei esta conta, pois IR EMBORA será uma constante em minha vida de arqueóloga. Serei daquelas que irá onde o trabalho me levar. Principalmente pretendo eu trabalhar com Arqueologia de Contrato. Logo, as despedidas ainda serão constantes. Mas confesso que amo isto. Amo a possibilidade de estar sempre em movimento, nunca me acomodando. Comodismo é algo que me apavora!
Fui embora de SRN sem olhar pra trás. Sem pesar e sem saudades. Não porque o meu tempo lá não deixou boas lembranças e amizades. Deixou várias! Mas já estava mais do que na hora de eu voltar minha atenção e paixão para outra nuance da arqueologia... a de campo, a do pagamento pelo meu trabalho todo fim de mês! =]
Quero muito pegar o meu diploma e me soltar no mundo, me dedicando ao que mais amo na arqueologia, o trabalho de campo!
Daqui pra frente utilizarei este blog para dar notícias sobre esta nova e empolgante fase da minha vida. Que venha! Estou pronta!
sexta-feira, 7 de março de 2014
Carnaval 2014
E o carnaval este ano foi intenso e bem comemorado. Graças à iniciativa dos calouros da UNIVASF, foi montado um bloco denominado "Márcia, ela é louca", onde alunos fantasiados foram brincar o carnaval na rua. Foi bem divertido. Deu para curtir bastante, mesmo eu tendo de cuidar de colegas que exageraram um pouco na bebida. O melhor para mim foi fazer novas amizades, ter contato com os alunos que acabaram de chegar em SRN. Tem muita gente bacana aí. Tanto que acabei participando da farra, mesmo tendo prometido pra mim nunca mais ir a um carnaval em SRN, depois do que eu participei em 2011. O de 2014 foi legal. E como não ser se tinham pessoas fantasiadas de personagens da Caverna do Dragão? Hilário! =]
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Bukowskiando.
Ele Bukowski.
Tu Bukowski.
Eu Bukowskiando.
- Menina, larga este livro e vai estudar!
e colocam uma mente
ali dentro e
algumas vezes uma alma,
as mulheres quebram
vasos contra as paredes
e os homens bebem
demais
e ninguém encontra o
par ideal
mas seguem na
procura
rastejando para dentro e para fora
dos leitos.
a carne cobre
os ossos e a
carne busca
muito mais do que mera
carne.
de fato, não há qualquer
chance:
estamos todos presos
a um destino
singular.
ninguém nunca encontra
o par ideal.
as lixeiras da cidade se completam
os ferros-velhos se completam
os hospícios se completam
as sepulturas se completam
nada mais
se completa.
(o amor é um cão dos diabos -- Charles Bukowski)
Tu Bukowski.
Eu Bukowskiando.
- Menina, larga este livro e vai estudar!
sozinho com todo mundo
a carne sobre os ossose colocam uma mente
ali dentro e
algumas vezes uma alma,
as mulheres quebram
vasos contra as paredes
e os homens bebem
demais
e ninguém encontra o
par ideal
mas seguem na
procura
rastejando para dentro e para fora
dos leitos.
a carne cobre
os ossos e a
carne busca
muito mais do que mera
carne.
de fato, não há qualquer
chance:
estamos todos presos
a um destino
singular.
ninguém nunca encontra
o par ideal.
as lixeiras da cidade se completam
os ferros-velhos se completam
os hospícios se completam
as sepulturas se completam
nada mais
se completa.
(o amor é um cão dos diabos -- Charles Bukowski)
Agora já me permito.
E desde que me entendo por pessoa emocionalmente independente, vivo em conflito com as permissões que pautam minha conduta. Por ter tido uma criação evangélica, a moral e o pudor costumam dirigir todas as minha ações, mesmo eu não fazendo mais parte do universo cristão que poderia me repreender através da doutrina. Sendo assim, vivi uma vida regrada, de pensar muito antes de agir, e sempre optando "pelo deixar de fazer" para não me arrepender, ao invés de me permitir e "aprender com meus erros". Às vezes que me permiti, tentando assim experienciar o diferente, vivi angustiada pelo arrependimento.
Outro dia ouvi um amigo dizer que eu me prendia demais. Isto me deixou bastante reflexiva. Desde então tenho tentado mudar minha postura. Tenho arriscado mais, e feito coisas que até pouco tempo não faria. E isto tem resultado, para minha surpresa, não todo em arrependimento, mas no sentir de um amadurecimento quase diário.
Minhas ações tem surpreendido amigos que agora me dizem que estou diferente, e que incentivam a minha mudança. Estou feliz com esta mudança.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
"(...) re-examine all you have been told at school or church or in any book, dismiss whatever insults your own soul; and your very flesh shall be a great poem and have the richest fluency not only in its words but in the silent lines of its lips and face and between the lashes of your eyes and in every motion and joint of your body (...)" -- Walt Whitman
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